O Itaú Unibanco e a cultura no Brasil_

O Itaú Unibanco tem uma longa tradição de apoio à arte e à cultura no Brasil. Seja por meio do Instituto Itaú Cultural, das Salas Itaú de Cinema, da construção da maior coleção corporativa de arte na América Latina e uma das maiores do mundo, atualmente com mais de quinze mil obras, ou por projetos de patrocínio em todo o país, apoia historicamente a produção artística porque acredita no poder da cultura para a transformação da sociedade e o fortalecimento da cidadania.

 

Somente em 2016 o Itaú Unibanco investiu mais de R$ 172,7 milhões em projetos culturais. Destes, R$ 89,2 milhões, ou seja, cerca de 50% do total, foram aplicados com recursos próprios do grupo. Os restantes – R$ 83,5 milhões – foram executados por meio da Lei.

 

Entre os projetos que receberam recursos sem apoio da Lei Rouanet, em 2016 estão o Carnaval de Salvador, as Salas Itaú de Cinema, e a maior parte dos investimentos destinados ao orçamento do Itaú Cultural, além das verbas direcionadas ao Auditório Ibirapuera, equipamento público da cidade de São Paulo mantido pelo banco desde 2011 – quando o Itaú Cultural assumiu a sua gestão, escolhido por meio de edital público da Prefeitura de São Paulo.

 

No caso do Itaú Cultural, instituto mantido pelo grupo Itaú Unibanco, há que se destacar que dos R$ 86,9 milhões do orçamento executado em 2016, R$ 72,9 milhões foram realizados com recursos do mantenedor e R$ 14 milhões por meio da Lei Rouanet. Como o instituto se utiliza do Artigo 26 do referido instrumento legal, que não permite 100% de isenção fiscal, desses R$ 14 milhões, R$ 5,6 milhões resultaram em abatimento fiscal efetivo no Imposto de Renda para os mantenedores da instituição. Esta parceria público-privada possibilita que todas as atividades realizadas no instituto sejam gratuitas, de shows musicais a cursos de especialização, passando por exposições de artes visuais, programação infantil, espetáculos de teatro e dança, entre outros.

 

Os demais recursos do grupo Itaú Unibanco executados por meio da Lei Rouanet foram direcionados a 105 projetos culturais em 21 estados do país. Entre eles estão algumas das instituições e iniciativas mais relevantes da cena cultural brasileira, como a Caravana das Artes, projeto itinerante que, desde 2007, percorre municípios do país com baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) e Infantil (IDI), promovendo atividades artísticas; a Mostra de Cinema de de Tiradentes, leituras da Cooperifa no bar do Zé Batidão, no Capão Redondo (Zona Sul de São Paulo), a Flupp (Festa Literária das Periferias), a 3ª edição do projeto Estéticas das Periferias, que prevê a realização de eventos de difusão nas áreas das artes cênicas e atualiza o mapeamento da cena cultural na periferia paulistana em uma perspectiva de artes integradas, incorporando outras linguagens como literatura, música e artes visuais, ou, ainda, o Festival Jazz e Blues 2017, realizado em Guaramiranga (CE) e Fortaleza (CE).

 

Integram essa lista também, por exemplo, o Festival de música em Trancoso (BA), a Bienal do Livro, a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), a Bienal de São Paulo, o Festival  Internacional de Documentários – É Tudo Verdade, a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre, a digitalização e restauro do acervo do artista visual Wesley Duke Lee e da designer e ativista Zuzu Angel, o Grupo Corpo, o MASP, a Pinacoteca do Estado, a OSESP, a realização da montagem do espetáculo Cartola, O Musical.

 

Para decidir a parceria dos recursos, há mais de sete anos o banco criou uma estrutura de governança para avaliação dos projetos culturais a serem financiados. O comitê reúne especialistas e lideranças do Itaú Cultural e do Itaú, que adotam critérios como relevância artístico-cultural e impacto na democratização do acesso às iniciativas para aprovar os investimentos do banco nos projetos.

 

O Banco Itaú também conta hoje com uma das maiores coleções corporativas de arte no mundo, com cerca de quinze mil obras. Esse conjunto tem sido apresentado ao público por meio de exposições itinerantes no Brasil e no exterior organizadas pelo Itaú Cultural. Desde 2010, já passou por mais de vinte cidades de estados como a Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e em seis países, entre eles Argentina, França e Uruguai. Mais de 1,7 milhão de espectadores foram alcançados por essa iniciativa até o fim de 2016. Tanto a constituição do acervo quanto as itinerâncias desta coleção são realizadas sem o incentivo da Lei Rouanet.

 

O Itaú acredita na cultura como meio para a construção de um pensamento crítico de uma nação e instrumento de promoção da cidadania, constituindo uma plataforma de transformação social estruturada e permanente. Todos os investimentos do banco neste segmento são norteados por critérios de interesse público, de fomento à arte e à cultura no país, de ampliação do acesso às atividades culturais entre os brasileiros e de preservação e difusão do patrimônio cultural e artístico do Brasil de modo a formar um legado perene.

2017 -  DESENVOLVIDO PELA CONTEÚDO COMUNICAÇÃO

O Itaú Unibanco tem uma longa tradição de apoio à arte e à cultura no Brasil. Seja por meio do Instituto Itaú Cultural, das Salas Itaú de Cinema, da construção da maior coleção corporativa de arte na América Latina e uma das maiores do mundo, atualmente com mais de quinze mil obras, ou por projetos de patrocínio em todo o país, apoia historicamente a produção artística porque acredita no poder da cultura para a transformação da sociedade e o fortalecimento da cidadania.

 

Somente em 2016 o Itaú Unibanco investiu mais de R$ 172,7 milhões em projetos culturais. Destes, R$ 89,2 milhões, ou seja, cerca de 50% do total, foram aplicados com recursos próprios do grupo. Os restantes – R$ 83,5 milhões – foram executados por meio da Lei.

 

Entre os projetos que receberam recursos sem apoio da Lei Rouanet, em 2016 estão o Carnaval de Salvador, as Salas Itaú de Cinema, e a maior parte dos investimentos destinados ao orçamento do Itaú Cultural, além das verbas direcionadas ao Auditório Ibirapuera, equipamento público da cidade de São Paulo mantido pelo banco desde 2011 – quando o Itaú Cultural assumiu a sua gestão, escolhido por meio de edital público da Prefeitura de São Paulo.

 

No caso do Itaú Cultural, instituto mantido pelo grupo Itaú Unibanco, há que se destacar que dos R$ 86,9 milhões do orçamento executado em 2016, R$ 72,9 milhões foram realizados com recursos do mantenedor e R$ 14 milhões por meio da Lei Rouanet. Como o instituto se utiliza do Artigo 26 do referido instrumento legal, que não permite 100% de isenção fiscal, desses R$ 14 milhões, R$ 5,6 milhões resultaram em abatimento fiscal efetivo no Imposto de Renda para os mantenedores da instituição. Esta parceria público-privada possibilita que todas as atividades realizadas no instituto sejam gratuitas, de shows musicais a cursos de especialização, passando por exposições de artes visuais, programação infantil, espetáculos de teatro e dança, entre outros.

 

Os demais recursos do grupo Itaú Unibanco executados por meio da Lei Rouanet foram direcionados a 105 projetos culturais em 21 estados do país. Entre eles estão algumas das instituições e iniciativas mais relevantes da cena cultural brasileira, como a Caravana das Artes, projeto itinerante que, desde 2007, percorre municípios do país com baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) e Infantil (IDI), promovendo atividades artísticas; a Mostra de Cinema de de Tiradentes, leituras da Cooperifa no bar do Zé Batidão, no Capão Redondo (Zona Sul de São Paulo), a Flupp (Festa Literária das Periferias), a 3ª edição do projeto Estéticas das Periferias, que prevê a realização de eventos de difusão nas áreas das artes cênicas e atualiza o mapeamento da cena cultural na periferia paulistana em uma perspectiva de artes integradas, incorporando outras linguagens como literatura, música e artes visuais, ou, ainda, o Festival Jazz e Blues 2017, realizado em Guaramiranga (CE) e Fortaleza (CE).

 

Integram essa lista também, por exemplo, o Festival de música em Trancoso (BA), a Bienal do Livro, a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), a Bienal de São Paulo, o Festival  Internacional de Documentários – É Tudo Verdade, a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre, a digitalização e restauro do acervo do artista visual Wesley Duke Lee e da designer e ativista Zuzu Angel, o Grupo Corpo, o MASP, a Pinacoteca do Estado, a OSESP, a realização da montagem do espetáculo Cartola, O Musical.

 

Para decidir a parceria dos recursos, há mais de sete anos o banco criou uma estrutura de governança para avaliação dos projetos culturais a serem financiados. O comitê reúne especialistas e lideranças do Itaú Cultural e do Itaú, que adotam critérios como relevância artístico-cultural e impacto na democratização do acesso às iniciativas para aprovar os investimentos do banco nos projetos.

 

O Banco Itaú também conta hoje com uma das maiores coleções corporativas de arte no mundo, com cerca de quinze mil obras. Esse conjunto tem sido apresentado ao público por meio de exposições itinerantes no Brasil e no exterior organizadas pelo Itaú Cultural. Desde 2010, já passou por mais de vinte cidades de estados como a Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e em seis países, entre eles Argentina, França e Uruguai. Mais de 1,7 milhão de espectadores foram alcançados por essa iniciativa até o fim de 2016. Tanto a constituição do acervo quanto as itinerâncias desta coleção são realizadas sem o incentivo da Lei Rouanet.

 

O Itaú acredita na cultura como meio para a construção de um pensamento crítico de uma nação e instrumento de promoção da cidadania, constituindo uma plataforma de transformação social estruturada e permanente. Todos os investimentos do banco neste segmento são norteados por critérios de interesse público, de fomento à arte e à cultura no país, de ampliação do acesso às atividades culturais entre os brasileiros e de preservação e difusão do patrimônio cultural e artístico do Brasil de modo a formar um legado perene.

 

 

 

 

2017 -  DESENVOLVIDO PELA CONTEÚDO COMUNICAÇÃO

O Itaú Unibanco e a cultura no Brasil_

O Itaú Unibanco tem uma longa tradição de apoio à arte e à cultura no Brasil. Seja por meio do Instituto Itaú Cultural, das Salas Itaú de Cinema, da construção da maior coleção corporativa de arte na América Latina e uma das maiores do mundo, atualmente com mais de quinze mil obras, ou por projetos de patrocínio em todo o país, apoia historicamente a produção artística porque acredita no poder da cultura para a transformação da sociedade e o fortalecimento da cidadania.

 

Somente em 2016 o Itaú Unibanco investiu mais de R$ 172,7 milhões em projetos culturais. Destes, R$ 89,2 milhões, ou seja, cerca de 50% do total, foram aplicados com recursos próprios do grupo. Os restantes – R$ 83,5 milhões – foram executados por meio da Lei.

 

 

Entre os projetos que receberam recursos sem apoio da Lei Rouanet, em 2016 estão o Carnaval de Salvador, as Salas Itaú de Cinema, e a maior parte dos investimentos destinados ao orçamento do Itaú Cultural, além das verbas direcionadas ao Auditório Ibirapuera, equipamento público da cidade de São Paulo mantido pelo banco desde 2011 – quando o Itaú Cultural assumiu a sua gestão, escolhido por meio de edital público da Prefeitura de São Paulo.

 

No caso do Itaú Cultural, instituto mantido pelo grupo Itaú Unibanco, há que se destacar que dos R$ 86,9 milhões do orçamento executado em 2016, R$ 72,9 milhões foram realizados com recursos do mantenedor e R$ 14 milhões por meio da Lei Rouanet. Como o instituto se utiliza do Artigo 26 do referido instrumento legal, que não permite 100% de isenção fiscal, desses R$ 14 milhões, R$ 5,6 milhões resultaram em abatimento fiscal efetivo no Imposto de Renda para os mantenedores da instituição. Esta parceria público-privada possibilita que todas as atividades realizadas no instituto sejam gratuitas, de shows musicais a cursos de especialização, passando por exposições de artes visuais, programação infantil, espetáculos de teatro e dança, entre outros.

 

Os demais recursos do grupo Itaú Unibanco executados por meio da Lei Rouanet foram direcionados a 105 projetos culturais em 21 estados do país. Entre eles estão algumas das instituições e iniciativas mais relevantes da cena cultural brasileira, como a Caravana das Artes, projeto itinerante que, desde 2007, percorre municípios do país com baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) e Infantil (IDI), promovendo atividades artísticas; a Mostra de Cinema de de Tiradentes, leituras da Cooperifa no bar do Zé Batidão, no Capão Redondo (Zona Sul de São Paulo), a Flupp (Festa Literária das Periferias), a 3ª edição do projeto Estéticas das Periferias, que prevê a realização de eventos de difusão nas áreas das artes cênicas e atualiza o mapeamento da cena cultural na periferia paulistana em uma perspectiva de artes integradas, incorporando outras linguagens como literatura, música e artes visuais, ou, ainda, o Festival Jazz e Blues 2017, realizado em Guaramiranga (CE) e Fortaleza (CE).

 

Integram essa lista também, por exemplo, o Festival de música em Trancoso (BA), a Bienal do Livro, a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), a Bienal de São Paulo, o Festival  Internacional de Documentários – É Tudo Verdade, a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre, a digitalização e restauro do acervo do artista visual Wesley Duke Lee e da designer e ativista Zuzu Angel, o Grupo Corpo, o MASP, a Pinacoteca do Estado, a OSESP, a realização da montagem do espetáculo Cartola, O Musical.

 

Para decidir a parceria dos recursos, há mais de sete anos o banco criou uma estrutura de governança para avaliação dos projetos culturais a serem financiados. O comitê reúne especialistas e lideranças do Itaú Cultural e do Itaú, que adotam critérios como relevância artístico-cultural e impacto na democratização do acesso às iniciativas para aprovar os investimentos do banco nos projetos.

 

O Banco Itaú também conta hoje com uma das maiores coleções corporativas de arte no mundo, com cerca de quinze mil obras. Esse conjunto tem sido apresentado ao público por meio de exposições itinerantes no Brasil e no exterior organizadas pelo Itaú Cultural. Desde 2010, já passou por mais de vinte cidades de estados como a Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e em seis países, entre eles Argentina, França e Uruguai. Mais de 1,7 milhão de espectadores foram alcançados por essa iniciativa até o fim de 2016. Tanto a constituição do acervo quanto as itinerâncias desta coleção são realizadas sem o incentivo da Lei Rouanet.

 

O Itaú acredita na cultura como meio para a construção de um pensamento crítico de uma nação e instrumento de promoção da cidadania, constituindo uma plataforma de transformação social estruturada e permanente. Todos os investimentos do banco neste segmento são norteados por critérios de interesse público, de fomento à arte e à cultura no país, de ampliação do acesso às atividades culturais entre os brasileiros e de preservação e difusão do patrimônio cultural e artístico do Brasil de modo a formar um legado perene.